O ENSINO REMOTO EMERGENCIAL PARA DOCENTES DE UNIVERSIDADES PÚBLICAS NORDESTINAS

Autores

Palavras-chave:

Ensino Superior, Saúde Mental, Universidade

Resumo

Esta pesquisa objetivou compreender experiências no ensino remoto emergencial e condições de saúde mental entre docentes de universidades públicas nordestinas acometidos ou não pela covid-19. Utilizou-se o método fenomenológico de tendência empírica e entrevistaram-se individualmente pela plataforma Meet oito docentes de cursos de graduação presenciais que ministraram disciplinas remotamente durante a pandemia da covid-19. Identificaram-se, dentre outros resultados: falta de habilidades tecnológicas, insegurança, desmotivação, insatisfações diversas, sobrecarga de trabalho remoto, desregulações físicas, alteração da rotina doméstica e necessidade de capacitação em tecnologia digital de informação e comunicação. Diante da crise econômica pela qual passam as universidades públicas brasileiras e pelo provável advento do ensino híbrido, conclui-se a urgência de políticas públicas de atenção psicossocial aos docentes para dirimir impactos nocivos à sua saúde mental.

Biografia do Autor

Profª Drª Shirley Macêdo, Universidade Federal do Vale do Sâo Francisco

Doutora em Psicologia Clínica. Docente do Colegiado de Psicologia e da Residência Multiprofissional em Saúde Mental da Universidade Federal do Vale do São Francisco. Membro do GT ANPEPP "Fenomenologia, Saúde e Processos Básicos".

Sr. José Luís Amorim, Universidade Federal do Vale do São Francisco

Graduando do Curso de Psicologia da Universidade Federal do Vale do São Francisco. Bolsista de Iniciação Científica do Programa PIBIC CNPQ-UNIVASF 2021-2022.

Sr. Julio Cesar Oliveira, Universidade Federal do Vale do São Francisco

Graduando do Curso de Psicologia da Universidade Federal do Vale do São Francisco. Bolsista do Programa PIBIC CNPq-UNIVASF 2021-2022.

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Publicado

2024-05-26

Edição

Seção

Artigos