https://revistaabordagemgestaltica.com.br/index.php/go/issue/feedPHENOMENOLOGICAL STUDIES - Revista da Abordagem Gestáltica2026-08-25T14:42:19-03:00Dionatans Godoy Quinhones[email protected]Open Journal Systems<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>A PHENOMENOLOGICAL STUDIES - Revista da Abordagem Gestáltica</strong>, editada pelo Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-terapia de Goiânia (ITGT), foi criada com o objetivo de ser um veículo de publicação preferencialmente da Abordagem Gestáltica, bem como daquelas abordagens que se fundamentam em bases teórico-científicas e filosóficas dentro das perspectivas humanistas e existenciais, além das pautadas na Fenomenologia. As suas diretrizes são definidas pela Editoria e pelo Conselho Editorial, dos quais participam psicólogos, filósofos e profissionais das áreas da saúde e educação.</span></p> <p align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">Assim, sua linha editorial procura privilegiar reflexões – numa perspectiva multiprofissional e interdisciplinar – em torno dos seguintes temas: a) Gestalt-terapia e Abordagem Gestáltica; b) Psicologia Humanista e Existencial; c) Psicologias e Psicoterapias de orientação Fenomenológica e Existencial; d) Fenomenologia pura e aplicada; e) Pesquisa Qualitativa e Fenomenológica.<br /><strong>Avaliação Qualis/Capes: A3</strong><br /></span></p>https://revistaabordagemgestaltica.com.br/index.php/go/article/view/217ANSIEDADE COMO EXPERIÊNCIA DE FRONTEIRA2025-10-17T16:53:30-03:00Beatriz Evangelista de Araújo[email protected]Lorena Schalken de Andrade[email protected]<p>A ansiedade é uma emoção humana fundamental, com a função de autopreservação, mas atualmente é vista de forma negativa, amplamente associada a doenças e tratada pela perspectiva biomédica. Isso desconsidera a complexidade da experiência subjetiva e o contexto social e histórico da pessoa. Esta pesquisa buscou entender como as pessoas percebem sua ansiedade e os impactos disso em suas vidas, além de ampliar a compreensão sobre o tema com base na perspectiva de Laura Perls, na Gestalt-terapia. Usando uma abordagem qualitativa-fenomenológica, identificaram-se alguns aspectos que constituem a experiência ansiosa, como sensações negativas, desempenho, relações interpessoais e sentimentos ambivalentes sobre medicação.A pesquisa alcançou seus objetivos ao demonstrar que a ansiedade se manifesta de diversas formas como um fenômeno relacional que responde às demandas do ambiente, ressaltando a complexidade da experiência humana. Deste modo, é essencial considerar as dimensões interseccionais que influenciam a percepção e as relações da pessoa com o mundo. Além disso, a pesquisa aprofundou conceitos da Gestalt-terapia sob a ótica de Laura Perls, destacando sua importância para a consolidação dessa abordagem, embora sua contribuição tenha sido parcialmente invisibilizada.</p>2026-08-25T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 PHENOMENOLOGICAL STUDIES - Revista da Abordagem Gestálticahttps://revistaabordagemgestaltica.com.br/index.php/go/article/view/171CONCEITO DE ANSIEDADE NA PERSPECTIVA DA ABORDAGEM CENTRADA NA PESSOA2024-05-20T11:47:30-03:00Hétone Rodrigues Rocha[email protected]Andréa Batista de Andrade Castelo Branco[email protected]<p>A ansiedade é uma das principais expressões de sofrimento psicológico no cenário brasileiro, sobretudo após a pandemia da COVID-19. Neste manuscrito, revisou-se conceitualmente a experiência de ansiedade a partir de Carl Rogers e outros autores ligados ao campo da Abordagem Centrada na Pessoa. Utilizou-se técnicas de leitura e realizou-se uma revisão narrativa com textos nacionais e internacionais que abordam a temática da ansiedade na perspectiva centrada na pessoa, o que permitiu a organização de dados dispersos e contextualização do desenvolvimento teórico do referido tema. Entre os principais resultados, observou-se a inexistência de uma definição uníssona do fenômeno da ansiedade e uma preocupação dos pesquisadores brasileiros em diferenciá-la da experiência de angústia. Uma síntese conceitual é proposta, localizando a ansiedade como uma resposta afetiva do organismo diante de dados da realidade que ameaçam o conceito que temos do mundo e de nós mesmos. A ansiedade corresponde a uma expressão da vivência humana orientada para a preservação do organismo diante de um funcionamento incongruente. Considera-se que este estudo pode contribuir com o aprimoramento teórico e fundamentação de práticas centradas na pessoa frente às demandas de ansiedade.<br>Palavras-chave: Ansiedade; Terapia Centrada no Cliente; Carl Ransom Rogers; Angústia. </p>2026-08-25T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 PHENOMENOLOGICAL STUDIES - Revista da Abordagem Gestálticahttps://revistaabordagemgestaltica.com.br/index.php/go/article/view/214DEPRESSÃO COMO AJUSTAMENTO CRIATIVO NA CONTEMPORANEIDADE2025-02-02T19:31:27-03:00Luis Fernando Velasco da Silva[email protected]Deyseane Maria Araújo Lima[email protected]<p style="font-weight: 400;">O fenômeno depressivo está profundamente relacionado à emergência da complexidade que marca a contemporaneidade. Porém, mais do que um cansaço do esforço de ser a si mesmo, o sofrimento depressivo do sujeito contemporâneo tem a ver com a alienação de si e com a fragmentação das suas relações. Esta pesquisa teve o objetivo de compreender o processo depressivo como um ajustamento criativo na contemporaneidade, tendo a Gestalt-terapia como referencial clínico-epistemológico. Foi realizada uma pesquisa qualitativa a partir de uma revisão narrativa e utilizou-se uma metodologia fenomenológica para analisar os conteúdos selecionados. A partir dessa análise dos conteúdos, foram observadas as seguintes categorias que estruturam os resultados e as discussões do estudo: 1. A teoria do <em>self</em> e as configurações de saúde e doença na Gestalt-terapia; 2. O ajustamento criativo e as suas relações com o sofrimento depressivo e; 3. A contemporaneidade, a clínica e o ajustamento criador. Este estudo contribuiu com o entendimento de que a depressão na contemporaneidade é um fenômeno eminentemente relacional e que uma clínica que ofereça um cuidado psicoterapêutico criativo e transformador precisa ser comprometida eticamente, esteticamente e politicamente.</p>2026-08-25T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 PHENOMENOLOGICAL STUDIES - Revista da Abordagem Gestálticahttps://revistaabordagemgestaltica.com.br/index.php/go/article/view/209UM OLHAR GESTÁLTICO SOBRE O LUTO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE NA COVID-192024-12-12T14:26:29-03:00Igor Lima de Sousa Barros[email protected]Isabel Regiane Cardoso do Nascimento[email protected]Marcus Wanderley Silveira[email protected]Eleonora Pereira Melo[email protected]Felipe Saraiva Nunes de Pinho[email protected]<p>O artigo objetiva compreender a experiência de luto dos profissionais da saúde frente à perda de seus pacientes durante a pandemia de COVID-19 e investigar possíveis reverberações. Foi realizada uma pesquisa de campo em um hospital referência da rede pública de saúde do Estado do Ceará. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com 04 profissionais de diferentes categorias que atuaram na ‘UTI COVID’. O material coletado foi analisado de acordo com a Análise de Discurso de Michel Pêcheux. Como principais resultados evidenciados com a ajuda dos princípios da Gestalt-terapia, destacam-se: entrave ao abordar a temática, racionalização no afeto da relação equipe-paciente e a assimilação identitária como condicionante de sofrimento. É necessária a elaboração de intervenções em saúde mental pertinentes a essa realidade de manifestações e vivências especificas do luto, assim como abordar a saúde mental nos seus cursos de graduação, para que assim, essa temática possa ser exposta com menos desconforto pelos profissionais de saúde em seu processo de trabalho.</p>2026-08-25T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 PHENOMENOLOGICAL STUDIES - Revista da Abordagem Gestálticahttps://revistaabordagemgestaltica.com.br/index.php/go/article/view/201SILÊNCIO, FALA E EXPRESSÃO2025-10-17T16:38:05-03:00Eduardo Sequeira Cremereduardocremer.psi@gmailMônica Botelho Alvim[email protected]<p>Este texto visa discutir o silêncio e a linguagem na Gestalt-terapia e suas relações com a fala e a expressão, com a contribuição da filosofia de Merleau-Ponty. Uma vez identificada a pouca produção sobre o tema no campo da Gestalt-terapia, o trabalho desenvolveu-se em larga escala com alguma contribuição da literatura fundadora da abordagem, que trouxe contribuições importantes sobre a linguagem, entretanto sem abordar em profundidade o tema do silêncio, que ganhou contornos importantes no trabalho a partir do pensamento de Merleau-Ponty. A arte é discutida como modalidade de expressão a partir do clássico texto de Merleau-Ponty sobre a obra de Cézanne, com o objetivo de pensar o aparecimento da expressão artística como um fenômeno no mundo e suas relações com o silêncio. Busca-se a partir dessa discussão abordar a palavra sob a mesma perspectiva, deslocando a centralidade do pensamento na produção da fala e afirmando a palavra como um fenômeno prenhe de significados que vão se dar no mundo intimamente relacionados com o silêncio, fundo circundante, estofo de toda expressão.</p>2026-08-25T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 PHENOMENOLOGICAL STUDIES - Revista da Abordagem Gestálticahttps://revistaabordagemgestaltica.com.br/index.php/go/article/view/231A ÉTICA DA ALTERIDADE COMO FUNDAMENTO PARA O CUIDADO DO OUTRO2025-11-01T19:02:52-03:00Amanda Requião Teixeira[email protected]Priscila Pires Alves[email protected]Ozanan Vicente Carrara[email protected]<p>Este trabalho explora as intersecções entre a ética da alteridade de Emmanuel Lévinas e a Gestalt-terapia, com o objetivo de compreender como essas abordagens fundamentam o cuidado na prática psicoterápica, considerando um comprometimento ético e político com a alteridade. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa teórica, revisando os aspectos históricos, filosóficos e epistemológicos que sustentam a Gestalt-terapia e articulando-os à filosofia de Lévinas. Parte-se da premissa de que a Gestalt-terapia ultrapassa as concepções tradicionais ao refletir criticamente sobre sua prática em diálogo com as demandas ético-políticas contemporâneas. São abordados conceitos como cuidado de si, cuidado relacional e responsabilidade com o Outro, com foco na experiência vivida do Outro como central para o processo terapêutico. Sob a ótica lévinasiana, a ética é destacada como filosofia primeira, contribuindo para uma psicologia que se distancia de práticas solipsistas. Os resultados indicam a possibilidade de um modelo de cuidado ético-relacional, em que a primazia do Outro desafia os paradigmas centrados no Eu, propondo uma prática terapêutica fundamentada na hospitalidade e no comprometimento com a alteridade. Conclui-se que a articulação entre a Gestalt-terapia e a ética lévinasiana oferece novas perspectivas para a relação terapeuta-cliente.</p>2026-08-25T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 PHENOMENOLOGICAL STUDIES - Revista da Abordagem Gestálticahttps://revistaabordagemgestaltica.com.br/index.php/go/article/view/210A FALTA DE HABITUALIDADE COM AS REGRAS DO JOGO DA VIDA COTIDIANA NA ESQUIZOFRENIA2025-09-18T11:12:31-03:00Jordy Sartori Tamura[email protected]Guilherme Peres Messas[email protected]<p>O presente artigo busca reconstruir o argumento de Wolfgang Blankenburg, que caracteriza a experiência da esquizofrenia como uma falta de habitualidade em relação às regras do jogo da vida cotidiana. Em sua obra “A perda da evidência natural: uma contribuição à psicopatologia oligossintomática da esquizofrenia<em>”</em>, Blankenburg explora o caso clínico de Anne Rau, uma paciente que descreve sua dificuldade em reconhecer e seguir as "regras do jogo" que constituem a vida cotidiana, referindo-se a essa experiência como uma perda da "evidência natural". Utilizando os conceitos heideggerianos de "conjuntura" e "contexto remissivo", formulados em “Ser e Tempo”, este artigo realiza uma análise fenomenológica da relação de Anne Rau com essas regras. A ausência de habitualidade com as regras do jogo da vida cotidiana se manifesta em uma aparente falta de tato, comportamentos percebidos como estranhos e uma desorganização evidente em suas ações e discurso. Para compensar essa falta de habitualidade, Anne Rau recorre a um esforço reflexivo excessivo, o que dificulta até as situações mais simples.</p>2026-08-25T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 PHENOMENOLOGICAL STUDIES - Revista da Abordagem Gestálticahttps://revistaabordagemgestaltica.com.br/index.php/go/article/view/230COMPREENSÃO E ESTRUTURA NA PSICOPATOLOGIA FENOMENOLÓGICA2025-06-24T14:15:19-03:00Hernani Pereira dos Santos[email protected]<p>Este artigo teórico procura explorar a crítica de Karl Jaspers à psiquiatria antropológica-fenomenológica de Erwin Straus e de Viktor von Gebsattel. Esta crítica tem por base a forma como estes dois autores tematizaram a estrutura subjacente da experiência subjetiva para, com isso, explicar ocorrências específicas na vivência de pacientes psiquiátricos, especialmente aquelas ligadas ao tempo. Do ponto de vista de Jaspers, esta abordagem padece de problemas metodológicos e epistemológicos, os quais serão explorados no artigo a partir de quatro linhas teóricas: a primeira delas explora o papel metodológico da fenomenologia, sendo ela definida como o estudo descritivo e compreensivo das vivências psicológicas; a segunda discute a forma como o acesso às vivências coloca as condições para o uso metodológico da compreensão na psicopatologia, articulando-a a um sistema metodológico pluralista; a terceira e a quarta linhas exploram o significado epistemológico do problema da totalidade e a forma como ele pode ser interpretado à luz da fenomenologia genética. Conclui-se com uma discussão da abordagem metodológica das estruturas subjacentes à experiência e o papel da fenomenologia na análise das vivências implícitas e pré-reflexivas, abrindo-se, com isso, horizontes para investigações futuras em diálogo com a fenomenologia genética desenvolvida por Husserl em sua obra tardia.</p>2026-08-25T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 PHENOMENOLOGICAL STUDIES - Revista da Abordagem Gestálticahttps://revistaabordagemgestaltica.com.br/index.php/go/article/view/273EDITORIAL2026-08-25T14:21:23-03:00Celana Cardoso Andrade[email protected]Dionatans Godoy Quinhones[email protected]Adriano Furtado Holanda[email protected]<p>EDITORIAL 30-2</p>2026-08-25T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 PHENOMENOLOGICAL STUDIES - Revista da Abordagem Gestáltica